Vamos começar um processo de semiose ilimitada, isto é, uma geração, indefinidamente longa, variada e imprevisível, de significados associados entre si.
Estou explicando isso porque criamos uma brincadeirinha para o blog. Sempre que um post nos lembrar outro filme, ou simplesmente quando quisermos continuar a brincadeira, vamos colocar o título "Falando em xxxxx" e escrever um post sobre outro filme que possua um determiado ator, roteirista ou diretor do filme do post anterior da brincadeira ou não. E vamos ver até onde isso chega...
Entendido? espero que sim! rss...
então vamos lá!
Não posso deixar de falar deste filme. Mas, o que falar sobre este filme?
Bom, vamos tentar não revelar muita coisa para aqueles que ainda não assistiram (infieis! como podem ão ter visto ainda esse filme!?!?!? rsss...). Por isso não vou entrar muito na história do filme.
Brilho eterno é um filme que uniu um exelente diretor, Michel Gondry, com um roterista (Charlie Kaufman de Adaptação e Quero ser John Malkovich) que vem se destacando por seus roteiros diferentes e desafiadores e um elenco invejável, que aceitou cachês mais baixos do que estão acostumados para atuar neste belo filme.
Brilho eterno é um filme diferente. A história mistura ficção científica com uma comédia romantica que utiliza personagens mais próximos da realidade. Ao assistir você tem que tomar cuidado para não ficar com raiva dos dois personagens no início do filme, já que eles começam com um diálogo as vezes chatinho e sem nenhuma explicação. Aliás você passa boa parte do filme tentando entende-lo, mas em uma dúvida que não te encomoda. Ela fica oculta por traz das cenas que te encantam e te emocionam, com a ajuda de uma trilha perfeita, enquanto você vai resolvendo esse quebra cabeça.
O filme encanta pela sua simplicidade e te toca de uma forma diferente. Facilmente esse filme vai virar o filme da sua vida. É um filme que vai grudar na sua cabeça que nem chiclete, fazendo você pensar nele por um bom tempo.
Pra quem já assistiu, vale a pena rever uma das melhores cenas do filme:
(a cena que eu queria era um pouco maior, mas retiraram do "Seu Tubo"...¬¬)
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domingo, 13 de abril de 2008
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Traídos pelo Destino (Reservation Road)
Antes de começar o post, preciso agradecer a Ceci por deixar que eu post no blog dela...
demorou, mas enfim segue o meu primeiro post.
Resolvi começar com um filme que está em cartaz...mas a minha intenção é comentar sobre filmes mais alternativos também...
O filme que escolhi para comentar foi "Traídos pelo Destino" (Reservation Road), do diretor Terry George, de Hotel Ruanda. Assisti esse filme na semana neste final de semana, apesar de ter ficado receoso com a sinopse que parecia contar o filme inteiro, fui motivado pelo elenco:
Joaquin Phoenix, de Johnny & June
Jennifer Connelly
Mark Ruffalo
O filme conta a história da vida de duas famílias que se cruzam em um acidente no início do filme.
O diretor consegue, no começo do filme, nos deixar pensando no drama do que ocorreu e tinha tudo para continuar com um bom drama, mas ele deslisa...
Esquece o drama da mãe de Josh, o garoto que morreu atropelado, que ele tão bem mostrou nos primeiros minutos do filme, e foca somente na culpa do motorista e no drama do pai. O filme vai então se transformando, gradativamente em um thriller. A obsessão Ethan (Joaquin Phoenix) em achar o culpado pelo acidente e do drama diário de Dwight (Mark Ruffalo) pra decidir se vai u não se entregar além do medo constante de ser pego.
O diretor se perde na história e a quantidade de protagonistas não prende a atenção do telespectador que não consegue se identificar com nenhum deles, até, talvez, pela ausência de um antagonista claro.
O filme só se salva porque o final foi bem trabalhado, o que pode justificar(?) atores tão bons neste fraco roteiro.
Segue o Trailer:
demorou, mas enfim segue o meu primeiro post.
Resolvi começar com um filme que está em cartaz...mas a minha intenção é comentar sobre filmes mais alternativos também...
O filme que escolhi para comentar foi "Traídos pelo Destino" (Reservation Road), do diretor Terry George, de Hotel Ruanda. Assisti esse filme na semana neste final de semana, apesar de ter ficado receoso com a sinopse que parecia contar o filme inteiro, fui motivado pelo elenco:
Joaquin Phoenix, de Johnny & June
Jennifer Connelly
Mark Ruffalo
O filme conta a história da vida de duas famílias que se cruzam em um acidente no início do filme.
O diretor consegue, no começo do filme, nos deixar pensando no drama do que ocorreu e tinha tudo para continuar com um bom drama, mas ele deslisa...
Esquece o drama da mãe de Josh, o garoto que morreu atropelado, que ele tão bem mostrou nos primeiros minutos do filme, e foca somente na culpa do motorista e no drama do pai. O filme vai então se transformando, gradativamente em um thriller. A obsessão Ethan (Joaquin Phoenix) em achar o culpado pelo acidente e do drama diário de Dwight (Mark Ruffalo) pra decidir se vai u não se entregar além do medo constante de ser pego.
O diretor se perde na história e a quantidade de protagonistas não prende a atenção do telespectador que não consegue se identificar com nenhum deles, até, talvez, pela ausência de um antagonista claro.
O filme só se salva porque o final foi bem trabalhado, o que pode justificar(?) atores tão bons neste fraco roteiro.
Segue o Trailer:
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